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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Rituais de magia negra!

Nas minhas deambulações pelas florestas encontro com alguma frequência vestígios de rituais de magia negra. Alguns são bastante elaborados, existindo claramente algumas correntes distintas. O exemplo acima é típico da Região Oeste, sendo encontrado em encruzilhadas de caminhos, chegando por vezes a ter várias dúzias de cravos espalhados pelo chão. Os mais elaborados tem vários outros ingredientes, sendo os mais frequentes: garrafas de cachaça ou aguardente, charutos, chouriços, leite condensado, fruta diversa (chegam a ter mais de 6 frutas diferentes), muito milho e têm sempre diversas velas.

Alguns são mais personalizados, como este exemplo que encontrei na Serra de Sintra, área por excelência para este tipo de rituais. Nestes casos é normal encontrar escrito qual a finalidade concreta do ritual, decerto para evitar mal entendidos com o Demo. Já encontrei vários pedidos, desde sorte no trabalho, aumento das encomendas na empresa, desejos de sucesso em emigração a realizar em breve, etc. Claro que também os há pela negativa e lembro-me de um em que se desejava que uma certa rival tivesse algumas contrariedades na vida.

Quando estava a converter o mapa de Monsanto-Lisboa para O-BTT, encontrei um local de culto que tinha várias velas a rodear um prato cheio de milho cozido, em cima do qual estavam 5 moedas de 20 cêntimos. Para manifestar claramente o meu desprezo por este tipo de coisas, forcei-me a recolher as moedas, que na primeira oportunidade usei para pagar um café, que me soube a "pato".

Encontrei este exemplar retratado acima em Sesimbra e é dum requinte assinalável. É de facto muito agradável chegar ao local de trabalho e ser presenteado com um cesto de fruta desta qualidade, devidamente acompanhado duma garrafa de champanhe. Para além dos vários géneros alimentícios tinha ainda: um colar, uma pulseira, um par de brincos, um pente, um espelho, um frasco de perfume, um batom e um frasco de perfume. Na mesma área eram visíveis vestígios de outros cestos e géneros de rituais anteriores. Confesso que neste caso não fui  suficientemente corajoso para me banquetear com estas iguarias, apesar do excelente aspecto.

5 comentários:

  1. "Para manifestar claramente o meu desprezo por este tipo de coisas, forcei-me a recolher as moedas," ah ah ah teria feito exactamente o mesmo pelas mesmas razões!

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  2. pois eu nao! nao devem tocar nos objectos, podem ter azar..

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  3. Acho que antes de julgar algo as pessoas precisam entender e saber o porque eh por isso que eh dado o preconceito e a ignorância do povo assim viveremos sempre em uma guerra santa deus eh único e maravilhoso vc (eu tu ele )nao temos poder para julgar ninguém. O cristão precisa entender melhor seus ensinamentos..... Tenho pena de mentes pequenas... Lembre-se quem tem teto de vidro...

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    1. Thiago, aqui ninguém está a desrespeitar as crenças e religiões de cada um, aqui as criticas são feitas ao desrespeito pelo meio ambiente e natureza, poluindo os locais de trabalho dos outros. Lembre-se que a sua liberdade termina quando começa a dos outros, e a isso chama-se respeito pelo próximo. A sua mente aberta à religião também devia ser aberta ao senso comum.

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